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Oralidade no Alentejo: fim da estada

O estado de alarme da covid19 nos forçou a encerrar a pesquisa muito antes do planejado. Em vez de terminar em 12 de junho, tivemos que retornar em 17 de março, com grandes dificuldades em atravessar a fronteira por Elvas-Badajoz para chegar a Sevilha, onde devemos permanecer confinados. Esperamos poder voltar mais tarde para aprofundar a oralidade e as culturas populares no Alentejo e e compará-las com Andaluzia e País Basco.

Apreciamos os passeios, as visitas e as refeições, e o trabalho nas bibliotecas da Universidade de Évora e no Museu do Trabalho de Setúbal nos ajudou a enriquecer as referências bibliográficas de um artigo sobre histórias orais que concluiremos em breve.

Continuaremos a reflectir e aprofundar sobre a oralidade e as culturas populares. Algumas das reflexões que trazemos desajeitadamente a este blog nos acompanharão na conferência de 10 de julho do curso de verão "Didática da oralidade e da criação cultural oral" na Universidade do País Basco.

Gostaria de agradecer a calidez de Mª Filomena Gonçalves, coordenadora da equipa de pesquisa LPT (Literacias e Património Textual) do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora (CIDEHUS-UÉ)/Fundação para a Ciência e Tecnologia, Portugal, membro da Cátedra UNESCO em Património Imaterial e Saber Tradicional e de responsável científica pelos Projecto DIZERES e Programa de Estudo e Valorização do Barranquenho, que me recibeu para realizar esta estada acadêmica e com quem espero poder falar em outra ocasião com tranquilidade e tempo de tantas coisas interessantes que foram deixadas para trás devido a esta situação urgente.

Nós os deixamos com estas fotografias de Évora do Alto de São Bento, o lindo Colégio do Espírito Santo da Universidade de Évora e, claro, o templo romano.

Até breve!!!



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